Sempre gostei mais da simplicidade; a extravagância nunca foi lá minha máscara preferida. Escrevo textos coloridos espalhados pela casa pra ver se espanto o mau gosto da morte. Minha esperteza é maior que minha inteligência, pelo menos isso. Fiz escolhas erradas... e porque não falar dos amores? Chorei desoladamente por eles como qualquer garota boba de quinza anos; só não aprendi a conter o choro, fazer cara, corpo e coração de mau. Meu corpo respira amor, dorme amor, toma café-da-manhã-amor. E o que ganho com isso? Vá saber! Ainda hoje não entendi os propósitos humanos, os caminhos ladrilhados com pedrinhas de brilhanttes. E os com pedrinhas de sal? Educada, polida, contida, medrosa. Amorosa.
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