Amanhã prometo que ponho em prática as promessas do inverno passado, a começar pela boca. Sim, passaria um dia inteiro sem falar não fosse a insistência dos outros em não entender meus sinais. Minha voz é apenas uma extensão. Meu corpo vomita sinais, gestos, sentimentos. Mas agora avaliarei as palavras antes de cuspi-las, as pessoas detestam sinceridade, e é por isso que nunca vão se dar bem no amor. Assim seja.
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